INTERFERÊNCIA DA FISIOTERAPIA AQUÁTICA NO EQUILÍBRIO DE CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL / INTERFERENCE OF AQUATIC THERAPY IN CHILDREN WITH CEREBRAL PALSY BALANCE

Autores

  • Luciana Moreira Magalhães de Oliveira Associação de Assistência a Criança Deficiente - AACD
  • Douglas Martins Braga Associação de Assistência a Criança Deficiente - AACD Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP
  • Laís Cardoso Oliveira Associação de Assistência a Criança Deficiente - AACD
  • Túlio Leal Alves Hospital Israelita Albert Einstein
  • Fábio Navarro Cyrillo Universidade São Camilo Universidade Unicid
  • Mirna Sayuri Kanashiro Associação de Assistência a Criança Deficiente - AACD

DOI:

https://doi.org/10.17267/2238-2704rpf.v5i2.620

Palavras-chave:

Paralisia Cerebral, Hidroterapia, Equilíbrio Postural

Resumo

Objetivo: Verificar a interferência da fisioterapia aquática no equilíbrio de crianças com Paralisia Cerebral (PC). Métodos: Trata-se de um ensaio clínico controlado, descritivo-analítico e quantitativo. Foram analisados 560 prontuários, e a amostra final foi constituída por 15 crianças com PC diparética espástica, classificadas como nível II pelo GMFCS, que estão em acompanhamento na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) de São Paulo. As crianças selecionadas foram avaliadas nos momentos pré e pós, utilizando a Escala Funcional de Berg (BERG), Dynamic Gait Index (DGI), Time Up and Go (TUG) e Eletromiografia de Superfície (EMG) dos músculos tibial anterior e gastrocnêmios. Em seguida, foram divididas de forma não aleatória em grupo experimental (GE) e grupo controle (GC). O GE foi submetido a um protocolo de fisioterapia aquática de 16 sessões, com 35 minutos de duração, 2 vezes por semana, durante 8 semanas. Resultados: Apenas o GE apresentou melhora estatisticamente significante com relação aos valores obtidos na BERG, DGI e TUG. Na EMG houve aumento da ativação muscular nas transferências de sentado para de pé e de pé para sentado e diminuição na postura em pé sem apoio. Conclusão: A fisioterapia aquática é um recurso eficaz na reabilitação do equilíbrio de crianças com PC, promovendo maior ativação muscular do tibial anterior e gastrocnêmios nas transferências de sentado para de pé e de pé para sentado e diminuição na postura em pé sem apoio, com consequente melhora da velocidade e modificação na execução da marcha em determinadas tarefas.  

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Biografia do Autor

Luciana Moreira Magalhães de Oliveira, Associação de Assistência a Criança Deficiente - AACD

Especialização em Intervenção em Neuropediatria pela Universidade Federal de São Carlos - UFSCAR

Fisioterapeuta do setor da Fisioterapia Aquática da AACD

Douglas Martins Braga, Associação de Assistência a Criança Deficiente - AACD Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP

Especialista em Hidroterapia em Doenças Neuromusculares pela Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP

Fisioterapeuta referência da clínica de Poliomielite do setor de Fisioterapia Aquática da AACD

Laís Cardoso Oliveira, Associação de Assistência a Criança Deficiente - AACD

Especialização em Intervenção em Neuropediatria pela Universidade Federal de São Carlos - UFSCAR

Fisioterapeuta do setor da Fisioterapia Aquática da AACD

Túlio Leal Alves, Hospital Israelita Albert Einstein

Especialização em Pediatria na UNICAMP

Fisioterapeuta do Hospital Israelita Albert Einstein

Fábio Navarro Cyrillo, Universidade São Camilo Universidade Unicid

Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP

Professor da universidade São Camilo e UNICID

Mirna Sayuri Kanashiro, Associação de Assistência a Criança Deficiente - AACD

Fisioterapeuta referência da clínica de Paralisia Cerebral do setor da Fisioterapia Aquática da AACD

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Publicado

2015-10-16

Como Citar

Oliveira, L. M. M. de, Braga, D. M., Oliveira, L. C., Alves, T. L., Cyrillo, F. N., & Kanashiro, M. S. (2015). INTERFERÊNCIA DA FISIOTERAPIA AQUÁTICA NO EQUILÍBRIO DE CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL / INTERFERENCE OF AQUATIC THERAPY IN CHILDREN WITH CEREBRAL PALSY BALANCE. Revista Pesquisa Em Fisioterapia, 5(2). https://doi.org/10.17267/2238-2704rpf.v5i2.620

Edição

Seção

Artigos Originais