Frequência da Síndrome de Burnout em uma amostra de fisioterapeutas intensivistas

Fernanda Warken Rosa Camelier, Thaissa Bonina da Silva, Roberto Rodrigues Bandeira Tosta Maciel, Daniel Deivson Alves Portella, Antônio Carlos Magalhães Duarte, Magno Conceição das Mercês

Resumo


INTRODUÇÃO: A síndrome de Burnout é uma condição que envolve basicamente três dimensões: a exaustão emocional, a despersonalização e a redução da realização profissional. Apresenta-se hoje, como um dos grandes problemas psicossociais no Brasil, sendo recordista em afastamento e incapacidades para o trabalho. OBJETIVO: estimar a frequência de Síndrome de Burnout em uma amostra de fisioterapeutas intensivistas na cidade de Salvador, Bahia, Brasil. Método: estudo transversal, utilizando-se o Maslach Burnout Inventory  para avaliar a síndrome e suas dimensões e o Inventário de Sintomas para avaliar a frequência com que alguns sintomas são sentidos no cotidiano dos fisioterapeutas intensivistas. RESULTADOS: foram incluídos dados de 45 fisioterapeutas intensivistas, sendo que nove (20%) apresentaram alto nível de exaustão emocional, 1 (2,2%) alto nível para despersonalização e 6 (13,3%) com alta reduzida realização profissional. A frequência da síndrome de Burmout apresentou um percentual relevante: 31,1% (14 participantes). CONCLUSÃO: o número de pacientes, assim como o número de atendimento destes, por plantão contribui para uma sobrecarga física e mental do profissional, caracterizando o trabalho da fisioterapia como fator de risco para a incidência da SB.

Palavras-chave


Terapia Intensiva. Fisioterapeutas. Burnout.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17267/2238-2704rpf.v8i2.1962

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Revista Pesquisa em Fisioterapia | ISSN: 2238-2704

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