EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS SOBRE A POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO A SAÚDE DA CRIANÇA

Autores

  • Paulo Arthur da Penha Lima
  • Erika Vasconcelos Barbalho INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA - FACULDADES INTA

DOI:

https://doi.org/10.17267/2238-2704rpf.v5i2.506

Palavras-chave:

CRIANÇA, SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE, SAÚDE MATERNO-INFANTIL

Resumo

Como ferramenta do Sistema Único de Saúde, a Política de Atenção à Criança está relacionada à saúde materna, determinada como Política de Saúde Materno-Infantil. O cuidado à saúde da criança corresponde a um campo privilegiado dentro da atenção à saúde das populações. O objetivo do estudo foi descrever, por meio de uma revisão da literatura, um breve resgate das produções sobre a Política Nacional de Saúde da Criança no Brasil. Este estudo teve como característica a pesquisa bibliográfica, os descritores acessíveis na lista dos Descritores em Saúde (DeCS) da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), a saber: “criança”, “saúde da criança”, “sistema único de saúde” e seus correspondentes. Esses descritores foram úteis para busca nas bases de dados LILACS, Scielo, livros, revistas e cartilhas do Ministério da Saúde. Critérios de inclusão: artigos datados desde a implantação do Sistema Único de Saúde até a presente data; publicações em língua portuguesa; pesquisas que tivessem como foco principal as políticas direcionadas a saúde da criança e seu processo de construção histórica. Critério de exclusão: publicações que não estiveram em formato de artigo científico validados pela Capes, teses, dissertações, resenhas, editoriais e cartas. Pôde-se observar que os temas dos estudos encontrados tiveram como abordagem principal as políticas que englobam a assistência voltada para a saúde da criança, relatando os autores e anos de publicação, as intervenções adotadas dentro de cada programa sanitário e seus respectivos objetivos. Assim, este trabalho vem mostrar as evidências científicas a cerca da política de assistência infantil brasileira.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Erika Vasconcelos Barbalho, INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA - FACULDADES INTA

FISIOTERAPEUTA. GRADUADA PELA UNIVERSIDADE DE FORTALEZA. PÓS-GRADUADA EM FISIOTERAPIA EM TERAPIA INTENSIVA. RESIDENTE EM SAÚDE DA FAMILIA. PROFESSORA TITULAR DO CURSO DE FISIOTERAPIA DAS FACULDADES INTA.

Referências

REFERÊNCIAS

SILVA, Gabriela Martins; RASERA, Emerson Fernando. A construção do SUS-problema no jornal Folha de S. Paulo. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, 2011.

MATO, Marcos Chor; LIMA, Nísia Trindade. Fórum. O desafio SUS: 20 anos do Sistema Único de Saúde. Introdução. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 25(7): 1611-1613, jul, 2009.

BRASIL. Saúde da Criança: Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil. Brasília: Ministério da Saúde; 2002.

PENN, Helen. Primeira Infância: A visão do banco mundial. Cadernos de Pesquisa, n. 115, março/ 2002.

SAMICO, Isabella et. al. Atenção à saúde da criança: uma análise do grau de implantação e da satisfação de profissionais e usuários em dois municípios do estado de Pernambuco, Brasil. Atenção à saúde da criança. Recife, 2005.

ERDMANN, Alacoque Lorenzini; SOUSA, Francisca Georgiana Macêdo. Cuidando da criança na Atenção Básica de Saúde: atitudes dos profissionais da saúde. O Mundo da Saúde. São Paulo, 33(2):150-160. 2009.

CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia Cientifica. 6ª edição. São Paulo: Pearson Prentice, 2007.

MOSCHETA, Murilo dos Santos; SANTOS, Manoel Antônio dos. Grupos de apoio para homens com câncer de próstata: revisão integrativa da literatura. São Paulo, 2011.

CARVALHAL, Lidiane Moura et. al. Agenda de compromissos para a saúde integral e redução da mortalidade infantil em um município de Alagoas. Rev Bras Promoc Saude, Fortaleza, 26(4): 530-538, out./dez., 2013.

SILVA, Ana Caroline de Medina Alves et. al. Perspectivas de médicos do Programa Saúde da Família acerca das linhas de cuidado propostas pela Agenda de Compromissos para a Saúde Integral da Criança e Redução da Mortalidade Infantil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 25(2):349-358, fev, 2009.

MENDES, Lucas Corrêa; SANTOS, Taides Tavares; BRINGEL, Fabiana de Andrade. Evolução do Programa de Triagem Neonatal no Estado do Tocantins. Arq Bras Endocrinol Metab. Tocantins, 57(2). 2013.

CAVALCANTI, Pauline Cristine da Silva et. al. Um modelo lógico da Rede Cegonha. Physis Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 23(4): 1297-1316, 2013.

CARNEIRO, R.G. Dilemas antropológicos de uma agenda de saúde pública: Programa Rede Cegonha, pessoalidade e pluralidade. Interface - Comunic., Saude, Educ., 17(44): 49-59, jan./mar. 2013.

GOULART, Lúcia Maria et. al. Caderneta de Saúde da Criança: avaliação do preenchimento dos dados sobre gravidez, parto e recém- nascido. Rev Paul Pediatr., 26(2):106-12. Minas Gerais, 2008.

ALVES, Claudia Regina Lindgreen et. al. Qualidade do preenchimento da Caderneta de Saúde da Criança e fatores associados. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 25(3):583-595, mar, 2009.

TEMPORÃO, José Gomes. O Programa Nacional de Imunizações (PNI): origens e desenvolvimento. História, Ciências, Saúde . Manguinhos, 10(2): 601-17, Rio de Janeiro 2003.

BRASIL. Diretrizes Nacionais para a Atenção Integral à Saúde de Adolescentes e Jovens na Promoção, Proteção e Recuperação da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 2010a.

OLIVEIRA, Maria Inês Couto; CAMACHO, Luiz Antonio Bastos; SOUZA, Ivis Emilia de Oliveira. Promoção, proteção e apoio à amamentação na atenção primária à saúde no Estado do Rio de Janeiro, Brasil: uma política de saúde pública baseada em evidência. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 21(6):1901-1910, nov-dez, 2005.

ALMEIDA, Gabriela Gracia et. al. Proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno em um hospital universitário. Ciência & Saúde Coletiva, 13(2):487-494, São Paulo. 2008.

BRASIL. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Brasília: Ministério da Saúde; 2012.

FELISBERTO, Eronildo et. al. Avaliação do processo de implantação da estratégia da Atenção Integrada às Doenças Prevalentes da Infância no Programa Saúde da Família, no Estado de Pernambuco, Brasil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 18(6):1737-1745, nov-dez, 2002.

PINA, Juliana Coelho et. al. Contribuições da estratégia Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância ao acolhimento de crianças menores de cinco anos. Acta Paul Enferm; 22(2):142-8. São Paulo, 2009.

MENDES, Corina. Sumário da Pesquisa Avaliativa da Implantação da Estratégia Brasileirinhas e Brasileirinhos Saudáveis. Fiocruz - 1ª edição. Rio de Janeiro, 2012.

BRASIL. Linha de Cuidado para a Atenção Integral à Saúde de Crianças, Adolescentes e suas Famílias em Situação de Violências. Brasília: Ministério da Saúde; 2010b.

SANTIAGO, Lindelvania Matias. Implantação do Programa Saúde na Escola em Fortaleza- CE: atuação de equipe da Estratégia Saúde da Família. Rev Bras Enferm, Brasília, nov-dez; 65(6): 1026-9. 2012.

RAPOSO, Clarissa. A Política de Atenção Integral à Saúde do Adolescente e Jovem: uma perspectiva de garantia de direito à saúde? Revista em Pauta, 6(23). Julho, Alagoas. 2009.

Downloads

Publicado

2015-10-16

Como Citar

Penha Lima, P. A. da, & Barbalho, E. V. (2015). EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS SOBRE A POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO A SAÚDE DA CRIANÇA. Revista Pesquisa Em Fisioterapia, 5(2). https://doi.org/10.17267/2238-2704rpf.v5i2.506

Edição

Seção

Revisões de Literatura