A prevalência da incontinência urinária em mulheres praticantes de exercícios físicos de alto impacto

Vanessa Cordeiro Mesquita, Mona Indianara da Costa Aragão, Sabrina Amorim Correia, Amanda Silva Pereira, Sylvia Christina Leite Gomes, Kryzia de Moraes Azevedo, Williams Silva Lima, Sávia Francisca Lopes Dias

Resumo


INTRODUÇÃO: A IU atinge cerca de 10 milhões de brasileiros de todas as idades, sendo duas vezes mais comum no sexo feminino, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Considerada qualquer perda involuntária de urina de acordo com a ICS, podendo ser classificadas em IUU, IUE e IUM. O tratamento para a IU pode ser cirúrgico, farmacológico ou fisioterapêutico. OBJETIVO: Identificar a prevalência de incontinência urinária em mulheres praticantes de exercício físico de alto impacto, em comparação com mulheres que não praticam atividade física. MATERIAIS E MÉTODOS: O estudo foi do tipo transversal, onde se realizou um estudo de caso, sobre a perda involuntária de urina por mulheres, durante o exercício físico de impacto. As participantes foram divididas dois grupos: Grupo 1, mulheres praticantes de exercícios físicos de alto impacto e Grupo 2, mulheres não praticantes de exercícios físicos. As voluntárias realizaram o Pad Test de uma hora, padronizado pela ICS. Além disso, todas responderam o questionário Internacional Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form (ICIQ-SF). RESULTADOS: Houve a presença de sintomas de IUE em ambos os grupos investigados. Entretanto, foi possível comprovar que no grupo onde as mulheres praticavam exercícios de alto impacto a perda de urina foi bem maior em quantidade e em qualidade, observando-se resultados superiores a 60% nas praticantes de exercícios de alto impacto. CONCLUSÃO: As mulheres praticantes de exercícios de alto impacto apresentaram maior perda urinária comprovada pelo Pad Test e uma maior interferência desses sintomas urinários na qualidade de vida comprovada pelo ICIQ-SF.


Palavras-chave


Incontinência urinária. Exercícios físicos. Assoalho pélvico.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17267/2238-2704rpf.v10i4.3237

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Direitos autorais 2020 Vanessa Cordeiro Mesquita, Mona Indianara da Costa Aragão, Sabrina Amorim Correia, Amanda Silva Pereira, Sylvia Christina Leite Gomes, Kryzia de Moraes Azevedo, Williams Silva Lima, Sávia Francisca Lopes Dias

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