Comparação da incapacidade entre estratos de risco para mau prognóstico na lombalgia crônica: estudo observacional

André Franco Ludwig, Fernanda Peron Hubner, Andrea Rafaela Caovilla, Carolina Weizemann, Taise Vieira Barboza, Katriane Endiel Pereira, Renata Anddresa Stachelski, Alberito Rodrigo de Carvalho

Resumo


INTRODUÇÃO: A dor lombar crônica (DLC) é uma síndrome que compromete negativamente a capacidade funcional dos indivíduos. OBJETIVO: Verificar se há diferença no nível de incapacidade autorrelatado entre pacientes alocados nos diferentes estratos de risco para desenvolver mau prognóstico na DLC. MATERIAIS E MÉTODOS: Trata-se de um estudo piloto, observacional e transversal. A amostra foi composta por 17 voluntários com DLC, provenientes de um Centro de Reabilitação Física universitário local. Os voluntários foram solicitados a responder dois questionários para avaliação do tanto do nível de incapacidade quanto para determinar o risco de mau prognóstico. O nível de incapacidade autorrelatado foi determinado pela Versão Brasileira do Índice Funcional de Oswestry (IFO). O risco para desenvolver mau prognóstico foi determinado pelo questionário STarT Back Screening Tool (SBST), baseado na influência dos fatores psicossociais, e os voluntários foram classificados em baixo (n=6), médio (n=6) ou alto (n=5) risco de mau prognóstico. O teste estatístico utilizado foi o Generalized Linear Model (GLzM), com α=0,05. RESULTADOS: O grupo de baixo risco apresentou incapacidade mínima e os grupos com médio e alto risco apresentaram incapacidade severa, porém observou-se diferença estatística no IFO apenas entre os grupos de baixo e alto risco. CONCLUSÃO: Houve diferença na incapacidade autorrelatada entre os estratos de risco de mau prognóstico, sendo a incapacidade significativamente mais alta no grupo alto risco em comparação com o baixo risco, sugerindo que os aspectos psicossociais impactam não só para o prognóstico, mas também o nível de incapacidade de pacientes com dor lombar crônica.

Palavras-chave


Dor lombar. Dor. Prognóstico.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17267/2238-2704rpf.v9i3.2451

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