Um estudo de caso sobre treinamento isocinético: o esforço máximo é suficiente para o aumento de força?

Autores

  • Isabella Santana Toro Batista ESCOLA DE ARTES CIENCIAS E HUMANIDADES- USP
  • Venicius de Paula Silva Laboratório de Ciências da Atividade Física, Escola de Artes, Ciências e Humanidades - Universidade de São Paulo http://orcid.org/0000-0003-3922-7598
  • Camila Carvalho de Souza Escola de Ciências da Atividade Física, Escola de Artes, Ciências e Humanidades - Universidade de São Paulo http://orcid.org/0000-0001-6023-7200
  • Raphael Machado da Conceição Grupo de pesquisa em performance humana - Universidade Metodista de Piracicaba
  • Márcio Fagundes Goethel Laboratório de Ciências da Atividade Física, Escola de Artes, Ciências e Humanidades - Universidade de São Paulo http://orcid.org/0000-0003-4382-0159
  • Ulysses Fernandes Ervilha Programa de Educação Física e Saúde, Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo http://orcid.org/0000-0003-4528-4644

DOI:

https://doi.org/10.17267/2238-2704rpf.v8i4.2152

Palavras-chave:

Dinamometria isocinética. Contração concêntrica. Treinamento de Força. Força Muscular.

Resumo

INTRODUÇÃO: Dinamômetro isocinético é um equipamento eletrônico e mecânico, capaz de medir o torque gerado por um determinado segmento, bem como a potência e estimar fadiga, observando-se a variação do torque ao longo tempo. Este dispositivo também controla a velocidade do movimento angular, seja ele gerado por uma contração excêntrica ou concêntrica. Este tipo de equipamento tem sido utilizado tanto para avaliação como para treinamento de força. OBJETIVO: Verificar o efeito do treinamento de força, realizado exclusivamente no dinamômetro isocinético, na capacidade de gerar torque isométrico. MÉTODO: 2 homens, sedentários, saudáveis com idade de 23 e 24 anos realizaram 16 sessões de treinamento de força (sempre em esforço máximo e no modo concêntrico utilizando-se um dinamômetro isocinético) para os músculos flexores da articulação do cotovelo do membro dominante. As sessões foram compostas por um treinamento de quatro séries de oito repetições em uma amplitude de movimento de 130º, com velocidade fixada em 45º/s. As avaliações de contração isométrica voluntária máxima (CIVM) a 90º de flexão da articulação do cotovelo foram realizadas na primeira, oitava e décima sexta sessão. Espessura dos músculos flexores da articulação do cotovelo também foi medida, com ultrassonografia, nas mesmas sessões em que o torque máximo isométrico foi medido. RESULTADOS: Não houve diferença significativa no ganho de torque tam pouco na espessura muscular, ao final do treinamento. CONCLUSÃO: Treinamento de força, exclusivamente realizado no modo concêntrico no dinamômetro isocinético não provocou aumento da capacidade de gerar força isométrica, tam pouco aumento da espessura muscular.

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Biografia do Autor

Isabella Santana Toro Batista, ESCOLA DE ARTES CIENCIAS E HUMANIDADES- USP

Educacao Física e Saúde

Publicado

2018-11-30

Como Citar

Batista, I. S. T., de Paula Silva, V., Carvalho de Souza, C., Machado da Conceição, R., Fagundes Goethel, M., & Fernandes Ervilha, U. (2018). Um estudo de caso sobre treinamento isocinético: o esforço máximo é suficiente para o aumento de força?. Revista Pesquisa Em Fisioterapia, 8(4), 542–550. https://doi.org/10.17267/2238-2704rpf.v8i4.2152

Edição

Seção

Relatos de Caso