FISIOTERAPIA NO PACIENTE COM DESORDEM DA DIFERENCIAÇÃO SEXUAL: FUNCIONALIDADE E ESTÉTICA

Autores

  • Cristina Aires Brasil

DOI:

https://doi.org/10.17267/2238-2704rpf.v7i1.1262

Palavras-chave:

Desordem da Diferenciação Sexual, Radiofrequência, assoalho pélvico

Resumo

A desordem da diferenciação sexual (DDS) é definida como uma condição congênita em que o desenvolvimento dos cromossomos, gônadas e a anatomia sexual são atípicas. Os pacientes com DDS apresentam repercussões ao longo da vida que perpassam por queixas que englobam componentes da funcionalidade do assoalho pélvico como: incontinência urinária, estreitamento vaginal, disfunções sexuais,  além da insatisfação com a aparência genital. Existem diferentes recursos que podem ser utilizados para reduzir estas repercussões no qual fazem parte do arsenal de recursos fisioterapêuticos, como os dilatadores vaginais e o uso da radiofrequência.  Contudo, a fisioterapia ainda não faz parte da equipe multidisciplinar exigida pelos guidelines de manejo ao paciente com DDS, devido a escassez de estudos que comprovem a evidência da fisioterapia nesses pacientes, porem baseados nos estudos desenvolvidos para o tratamento da aparência genital e funcionalidade do assoalho pélvico, torna-se possível a atuação deste profissional nesta população.

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Biografia do Autor

Cristina Aires Brasil

Physiotherapist and researcher of the Pelvic Floor Care Center, Master's Degree in Medicine and Human Health at BAHIANA - School of Medicine and Public Health

Publicado

2017-02-21

Como Citar

Brasil, C. A. (2017). FISIOTERAPIA NO PACIENTE COM DESORDEM DA DIFERENCIAÇÃO SEXUAL: FUNCIONALIDADE E ESTÉTICA. Revista Pesquisa Em Fisioterapia, 7(1), 134–137. https://doi.org/10.17267/2238-2704rpf.v7i1.1262

Edição

Seção

Revisões de Literatura

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