Práticas de medicalização: problematizações conceituais a partir de Michel Foucault

Flávia Cristina Silveira Lemos, Dolores Cristina Gomes Galindo, Renata Vilela Rodrigues, Ataualpa Maciel Sampaio

Resumo


As práticas de medicalização vêm sendo estudadas por diversos autores e com nuances e perspectivas diferentes, dependendo das análises realizadas e dos autores escolhidos para o campo problemático e conceitual. Pensar práticas em um formato de ensaio teórico é um objetivo deste artigo, formulado em uma vertente dos trabalhos de Michel Foucault e de outros pensadores, os quais pesquisaram e delimitaram os processos de medicalização enquanto objeto de estudo. Portanto, vale mencionar o quanto há polêmicas e paradoxos instalados face às tentativas de apresentar e abordar o presente campo temático de pesquisa a respeito das práticas de medicalização. Neste texto, apresentam-se alguns elementos da medicalização, tais como: a biopolítica; a bioeconomia, o biovalor, as biotecnologias, a farmarcologização, a patologização e a biossociabilidade com o objetivo de forjar uma analítica de poder e saber na sociedade contemporânea, demandando mais trabalhos com vistas à formação uma rede de trabalhos.


Palavras-chave


Medicalização. Foucault. Práticas. Biopolítica. Sociedade.

Texto completo:

PDF PDF (English)


DOI: http://dx.doi.org/10.17267/2317-3394rpds.v9i2.2945

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Direitos autorais 2020 Flávia Cristina Silveira Lemos, Dolores Cristina Gomes Galindo, Renata Vilela Rodrigues, Ataualpa Maciel Sampaio

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Esta revista foi indexada e/ou catalogada nas seguintes bases de dados: 

                              

 

Revista Psicologia, Diversidade e Saúde | ISSN: 2317-3394

Site atualizado em 13/12/2018

Licença Creative Commons