Governamentalidade neoliberal, estratégias e seus efeitos: problematizações em torno dos biobancos de células-tronco

Dolores Cristina Gomes Galindo, Flávia Cristina Silveira Lemos, Henrique de Oliveira Lee, Renata Vilela Rodrigues, Karla Dalmaso Sousa

Resumo


O artigo visa abordar uma análise, em formato de ensaio analítico a respeito das práticas de guarda de células-tronco. A chamada medicina personalizada e regenerativa emerge ligada ao capitalismo neoliberal e a uma modalidade de governo das condutas baseada na biomedicina e em uma política de gestão da vida focada no mercado neoliberal securitário. A saúde foi transformada em um comércio de células e sustentada nas táticas da bioeconomia, do biovalor e das biotecnologias, articuladas em um dispositivo de governamentalidade reguladora do ser saudável, a partir da compra e venda de materiais biomoleculares e genéticos. Concluindo, busca-se interrogar o modo de organizar e funcionar dos biobancos públicos e privados de células-tronco do cordão umbilical e os efeitos destes mecanismos biopolíticos.


Palavras-chave


Células-tronco. Bioeconomia. Medicina Regenerativa. Governo. Neoliberalismo.

Texto completo:

PDF PDF (English)


DOI: http://dx.doi.org/10.17267/2317-3394rpds.v9i1.2777

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Direitos autorais 2020 Dolores Cristina Gomes Galindo, Flávia Cristina Silveira Lemos, Henrique de Oliveira Lee, Renata Vilela Rodrigues, Karla Dalmaso Sousa

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Esta revista foi indexada e/ou catalogada nas seguintes bases de dados: 

                              

 

Revista Psicologia, Diversidade e Saúde | ISSN: 2317-3394

Site atualizado em 13/12/2018

Licença Creative Commons