O acolhimento ao cuidador de crianças internadas

Fabiola Hermes Chesani, Márcia Aparecida Miranda de Oliveira, Rafaela Regina Oechsler da Costa, Bernardo Portela, Ellen de Souza Azeredo, Letícia Corrêa Ferreira

Resumo


A presença dos cuidadores/familiares no hospital é reconhecida como um fator que potencializa a melhora do paciente. Este artigo objetiva conhecer as percepções dos cuidadores de crianças internadas sobre as atividades desenvolvidas pelo  projeto de extensão Educar e Humanizar em saúde. A metodologia adotada foi qualitativa na perspectiva da concepção freiriana de educação. O Círculo de Cultura foi formado pelos cuidadores das crianças internadas e acadêmicos dos cursos de Fisioterapia, Nutrição e Psicologia. Estas avaliações foram abordadas categoricamente da seguinte maneira: O acolhimento ao cuidador; compartilhando vivências, a troca de saberes; e tirando o foco da doença, conversas que modificam. O processo de hospitalização revela sentimentos de angústia, solidão, tristeza e expectativas. As estratégias utilizadas pelos alunos trouxeram resultados positivos como diminuição dessas tensões onde eles relatam sentimentos de alívio, confiança, motivação e descontração.


Palavras-chave


Humanização. Educação em saúde. Cuidadores.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17267/2317-3394rpds.v8i2.2394

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Direitos autorais 2018 Fabiola Hermes Chesani, Márcia Aparecida Miranda de Oliveira, Rafaela Regina Oechsler da Costa, Bernardo Portela, Ellen de Souza Azeredo, Letícia Corrêa Ferreira, Letícia Corrêa Ferreira

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Revista Psicologia, Diversidade e Saúde | ISSN: 2317-3394

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