EXPERIÊNCIAS DE FAMILIARES DIANTE DA POSSIBILIDADE DE DOAR ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTES

Autores

  • Maria Constança Velloso Cajado Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

DOI:

https://doi.org/10.17267/2317-3394rpds.v6i2.1069

Palavras-chave:

Transplantes, Doação de órgãos, Morte encefálica, Família, Recusa familiar para doação de órgãos

Resumo

Este artigo tem como objetivo realizar uma revisão de literatura de textos e livros que discutem os fatores que envolvem a decisão sobre doação de órgãos e tecidos para transplantes. Foram encontrados 38 artigos relacionados ao tema, publicados nos anos 2000 a 2015 e 12 artigos publicados em livros impressos. Desses, foram considerados oito artigos e um livro que representam a experiência da família no processo de doação. Durante a pesquisa para a revisão, foi constatada a concentração da produção científica de textos e pesquisas sobre o tema no estado de São Paulo. A publicação deste artigo reveste-se de grande importância devido às limitações e à incipiência de pesquisas e publicações acadêmicas sobre o tema para o estado da Bahia, que apresentou, em 2016, uma taxa de 62% de negativa familiar para doação de órgãos e tecidos para transplantes.

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Biografia do Autor

Maria Constança Velloso Cajado, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

Psicóloga. Mestre em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, Especialista em Psicologia Hospitalar, Saúde Pública com Ênfase na Família e Gestão e Procedimentos para Doação de Órgãos e Tecidos.

Publicado

2017-05-31

Como Citar

Velloso Cajado, M. C. (2017). EXPERIÊNCIAS DE FAMILIARES DIANTE DA POSSIBILIDADE DE DOAR ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTES. Revista Psicologia, Diversidade E Saúde, 6(2), 114–120. https://doi.org/10.17267/2317-3394rpds.v6i2.1069

Edição

Seção

Revisões

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