Protocolo para avaliação do efeito in vitro de diodos emissores de luz violeta (LEDs) 410 nm ± 10 nm em culturas de levedura

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17267/2675-021Xevidence.2022.e4736

Palavras-chave:

Fototerapia, Agentes antifúngicos, Candida, Malassezia

Resumo

INTRODUÇÃO: Candida spp e Malassezia spp causam infecções superficiais que podem ser resistentes aos tratamentos convencionais. A terapia com diodos emissores de luz violeta (LEDs) é uma alternativa terapêutica. OBJETIVO: Descrever o protocolo de avaliação do efeito antifúngico in vitro dos LEDs violeta 410 nm ± 10 nm sobre a Candida spp e Malassezia spp PROTOCOLO: LEDs de 410 nm ± 10 nm são aplicados a uma suspensão fúngica em fluências de 61,13 J/cm2, 91,70 J/cm2 e 183,39 J/cm2. Os isolados são cultivados por 48 a 72 horas. As unidades formadoras de colônias (UFCs) são quantificadas por contagem visual e a porcentagem de ocupação da placa de cultura por análise digital. A morfologia é avaliada por microscopia de luz e coloração de Gram, e o metabolismo/função da levedura por microscopia eletrônica de transmissão, avaliação de espécies reativas de oxigênio e fragmentação de DNA. ANÁLISE DOS DADOS: O percentual de inibição dos LEDs é calculado considerando o crescimento da condição de controle negativo e o percentual de ocupação da placa por leveduras, dividindo-se o número de pixels classificados como colônias pelo número total de pixels na placa. Os aspectos morfológicos e funcionais são descritos para a intervenção e controle negativo. O teste ANOVA é utilizado para comparar as porcentagens médias de inibição de crescimento e ocupação de placa entre as três fluências dos LEDs 410 nm ± 10 nm e o controle negativo. RESULTADOS ESTIMADOS: Pretendemos determinar o efeito antifúngico das diferentes fluências de LEDs 410 nm ± 10 nm sobre Candida spp e Malassezia spp. A avaliação de outras espécies de fungos por este protocolo deve ser investigada.

OBJETIVO: Descrever o protocolo de avaliação do efeito antifúngico in vitro dos LEDs violeta 410 nm ± 10 nm sobre Candida spp. e Malassezia spp.

PROTOCOLO: LEDs de 410 nm ± 10 nm são aplicados a uma suspensão fúngica em fluências de 61,13 J/cm2, 91,70 J/cm2 e 183,39 J/cm2. Os isolados são cultivados por 48 a 72 horas. As unidades formadoras de colônias (UFCs) são quantificadas por contagem visual e porcentagem de ocupação da placa de cultura por análise digital. A morfologia é avaliada por microscopia de luz e coloração de Gram, e metabolismo/função da levedura por microscopia eletrônica de transmissão, avaliação de espécies reativas de oxigênio e fragmentação de DNA.

ANÁLISE DOS DADOS: o percentual de inibição dos LEDs é calculado considerando o crescimento da condição de controle negativo e o percentual de ocupação da placa por leveduras, dividindo-se o número de pixels classificados como colônias pelo número total de pixels na placa. Os aspectos morfológicos e funcionais são descritos para a intervenção e controle negativo. O teste ANOVA é utilizado para comparar as porcentagens médias de inibição de crescimento e ocupação de placa entre as três fluências dos LEDs 410 nm ± 10 nm e o controle negativo.

RESULTADOS ESTIMADOS: Pretendemos determinar o efeito antifúngico das diferentes fluências de LEDs 410 nm ± 10 nm sobre Candida spp. e Malassezia spp. A avaliação de outras espécies de fungos por este protocolo deve ser investigada.

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Biografia do Autor

  • Marília Wellichan Mancini, Instituto de Pesquisas e Ensino na Área da Saúde - NUPEN. (São Carlos). São Paulo, Brasil.

    Departamento de Biofotônica

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Publicado

05.12.2022

Edição

Seção

Métodos e Protocolos

Como Citar

1.
Ribeiro RTSK, Santos Élissa da S, Mascarenhas REM, Mancini MW, Almeida-Lopes L, Barros TF, et al. Protocolo para avaliação do efeito in vitro de diodos emissores de luz violeta (LEDs) 410 nm ± 10 nm em culturas de levedura. Evidence [Internet]. 5º de dezembro de 2022 [citado 24º de julho de 2026];4:e4736. Disponível em: https://www5.bahiana.edu.br/index.php/evidence/article/view/4736