RISCO DE QUEDA E USO DE MEDICAMENTO EM IDOSOS

Andressa Porto Dutra, Sabrina Almeida Porto, Luciana Araújo dos Reis, Karla Cavalcante Silva Morais, Leonardo da Silva Lima, Kleyton Trindade Santos

Resumo


Introdução: com o aumento progressivo do número de idosos na população mundial, cresce a preocupação com fatores que condicionam ao envelhecimento deteriorizado, e dentre esses fatores observa-se que a queda e o uso de medicamentos apresenta-se como um evento totalmente desfavorável, trazendo consigo repercussões negativas. Objetivo: verificar a prevalência de quedas e uso de medicamentos em idosos residentes em comunidade. Materiais e Métodos: trata-se de um estudo transversal e descritivo, de caráter quantitativo, realizado com 66 idosos cadastrados na Unidade Básica de Saúde CAE II, no município de Vitória da Conquista, Bahia. Foi aplicado um questionário composto por dados sociodemográficos, acrescidos do mini-exame do estado mental e escala Fall risk score de Downton. Os dados foram tabulados e analisados no programa estatístico SPSS 21.0, sendo verificado as frequências absolutas e relativas de todas as variáveis.  Resultados: identificou-se que a maioria dos idosos eram do sexo feminino (65,2%), sofreram episódios de quedas anteriores (60,8%) e faziam o uso de pelo menos um medicamento (72,7%). Conclusão: conclui-se que é alta a prevalência de queda e uso de medicamentos na população idosa, sendo necessário buscar alternativas para diminuir essa prevalência através de medidas preventivas e melhoria na atenção da saúde do idoso.


Palavras-chave


Envelhecimento; Acidentes por queda; Preparações farmacêuticas

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DOI: http://dx.doi.org/10.17267/2238-2704rpf.v7i4.1587

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